{"id":93612,"title":"Molho Yakiniku aut\u00eantico","modified":"2025-10-18T11:01:52+02:00","plain":"Churrasco = molho. Ponto final. Esta receita deve p\u00f4r toda a gente de acordo. Sobretudo no Jap\u00e3o, onde o churrasco \u00e9 uma verdadeira institui\u00e7\u00e3o. Ou seja, \u00e9 para n\u00e3o poupar. \n\n\n\nPara um molho de mergulho doce e salgado, bem temperado, o molho Yakiniku ser\u00e1 A receita que vai tornar os seus grelhados muito mais saborosos do que o habitual.&nbsp;\n\n\n\nO que \u00e9 o molho Yakiniku?&nbsp;\n\n\n\n\u00c9 simples: na \u00c1sia, o churrasco come-se com todos os molhos (sem trocadilhos). Basta olhar para os churrascos coreanos para perceber que \u00e9 uma pr\u00e1tica quase inata. \n\n\n\nToda a gente se junta \u00e0 volta de um mini-churrasco e cada um cozinha a sua por\u00e7\u00e3o de carne, tudo acompanhado por pequenos pratos, cada um muito espec\u00edfico da sua regi\u00e3o. Em suma, muito convivial.&nbsp;\n\n\n\nNa cozinha japonesa \u00e9 igual. E o molho incontorn\u00e1vel, sem o qual n\u00e3o se pode passar neste tipo de refei\u00e7\u00e3o, \u00e9 o molho Yakiniku. O nome presta homenagem ao m\u00e9todo de confe\u00e7\u00e3o que designa precisamente o estilo de churrasco japon\u00eas (ainda que este seja sobretudo um derivado do churrasco coreano). \n\n\n\nOs tsukune s\u00e3o outro cl\u00e1ssico do churrasco japon\u00eas\n\n\n\nEm tradu\u00e7\u00e3o literal, tamb\u00e9m significa \u201cgrelhado de carne\u201d. Mais claro, imposs\u00edvel. O molho \u00e9 de facto uma mistura ideal para mergulhar a carne e os legumes cozinhados. Os sabores doce e salgado marcam presen\u00e7a, com o b\u00f3nus daquele gosto a frutos secos das sementes de s\u00e9samo e do alho (bem generoso). Uma loucura para carnes grelhadas.&nbsp;\n\n\n\nOs ingredientes principais do molho Yakiniku\n\n\n\n\n\n\n\nAlho: sendo viciado em alho, este molho tinha inevitavelmente de ser um prazer. \u00c9 um elemento com que n\u00e3o se poupa, sobretudo se, como eu, for f\u00e3. O alho, tal como o gengibre, d\u00e1 intensidade ao molho e acrescenta um toque de picante a uma mistura que, ainda assim, permanece relativamente suave.&nbsp;\n\n\n\nMolho de soja claro: tendo em conta que procuramos precisamente o equil\u00edbrio entre doce e salgado, o molho de soja claro parece ser o melhor compromisso. Tem notas salgadas moderadas, com a dose certa de sal que n\u00e3o vai saturar o tempero geral do prato com o qual ir\u00e1 saborear o molho Yakiniku.&nbsp;\n\n\n\nA\u00e7\u00facar: em muitas receitas usa-se ma\u00e7\u00e3 ralada. Normalmente Fuji (variedade asi\u00e1tica, como o nome indica) ou a bem conhecida Pink Lady. Ambas s\u00e3o sumarentas e doces. Nesta receita, ficamos simplesmente pelo a\u00e7\u00facar.\n\n\n\nSementes de s\u00e9samo: para al\u00e9m de darem uma textura crocante, as sementes de s\u00e9samo brancas conferem um sabor a frutos secos.&nbsp;\n\n\n\n\u00d3leo de s\u00e9samo: d\u00e1 profundidade e refor\u00e7a os sabores das sementes de s\u00e9samo com aquele gosto \u201ctorrado\u201d.\n\n\n\n\n\n\tMolho Yakiniku Aut\u00eantico\n\t\t\n\t\t\t\n\t\n\t\t\t\n\t\n\t\t75 g de cebola (ralada, com o sumo)4 dentes de alho (ralados, com o sumo)5 g de gengibre (descascado, de prefer\u00eancia inteiro)0.5 colher de ch\u00e1 de malagueta em p\u00f360 ml de molho de soja claro2 colheres de sopa de a\u00e7\u00facar1 colher de sopa de sementes de s\u00e9samo (brancas)1 colher de ch\u00e1 de \u00f3leo de s\u00e9samo\t\n\t\n\t\tMisture todos os ingredientes, exceto o \u00f3leo de s\u00e9samo, num tacho pequeno.Leve ao lume m\u00e9dio at\u00e9 ferver; assim que levantar fervura, retire do lume.Retire o gengibre.Junte o \u00f3leo de s\u00e9samo e misture bem.\t\n\t\n\t\tConserva-se no frigor\u00edfico, no m\u00e1ximo, uma semana.\n\t\n\t\n\t\tMolhoJaponesa\t\n\n\n\n\n\nFontes culin\u00e1rias\n\n\n\nPara esta receita, usei como base a do Just One Cookbook, que adaptei ligeiramente. Achei que o gochujang ficava demasiado dominante; preferi usar o p\u00f3 de malagueta japon\u00eas togarashi ou a vers\u00e3o coreana, o gochugaru","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/marcwiner.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/93612","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/marcwiner.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/marcwiner.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/marcwiner.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/marcwiner.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=93612"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/marcwiner.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/93612\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":94132,"href":"https:\/\/marcwiner.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/93612\/revisions\/94132"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/marcwiner.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/17566"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/marcwiner.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=93612"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/marcwiner.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=93612"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/marcwiner.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=93612"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}